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Monday, August 6, 2007

Lenmed Health Resume

Résumé: Lenmed Clinic Ltd

History

The Company Lenmed Clinic Ltd is in existence for 27 years, having started with a 47 bed hospital in Lenasia (Johannesburg) in 1984. Lenmed is a product of the apartheid era; conceived and produced as a result of obstacles the unjust systems of apartheid placed in the pathway of our doctors and patients. Today, after a number of expansion programmes, the hospital boasts a modern 195 bed facility with a 16 Bed ICU, a five Theatre complex, a cath-lab and a ultra modern x-ray department.

Corporate Background

Shareholders

We are a public company with approximately 400 shareholders consisting of medical practitioners and business people. We are not associated with any one of the three major hospital groups (like Netcare, Life-Healthcare and Medi Clinic) and therefore entirely independent.

Structure

We have over the years, through acquisitions, grown into a group and now have 4 hospitals, all wholly owned subsidiaries of Lenmed. Due to this growth the company, Lenmed Clinic, recently underwent corporate re-structuring and a holding company under the registered name of Lenmed Health (Pty) Ltd. was established. As of 1 March 2007, the brand name of Lenmed Health came into being.

Vision of Lenmed Health

Is to become a Major Role Player in the Healthcare Industry not only in South but in Southern Africa.

Financial Background:-

Ø All our subsidiaries are fully funded and have no long term debt.

Ø Our Annual turnover for the financial year ending February 2007 was in the region of 220 million Rands.

Ø The total capital value of Lenmed Health is in the region of 300 million Rands.

Hospitals Under Control

We have 4 hospitals in our stable with a bed capacity of just over 400. These are as follows:

Ø Lenmed Clinic: Lenasia, Johannesburg (195 beds)

Ø La Verna Hospital: Ladysmith, Kwazulu Natal (94 beds)

Ø Shifa Hospital: Durban (78 beds)

Ø Zamokuhle Private Hospital: Tembisa, Gauteng (36 beds)

New Ventures

Outside South Africa

Apart from Mozambique, we have also had exploratory meetings with interested

Angola

As for Angola we are in negotiations with interested parties to build and manage a hospital in Luanda.

Malawi

We recently met with a business delegation who were keen to have Lenmed project - manage the building of a 100 bed hospital in Blantyre. The group is prepared to look at Equity, but is in a position to fund the entire project.

Swaziland

Looking at Swaziland, we are in negotiations with a group of Doctors to erect a small hospital in Manzini.

Mauritius

Through the government of Mauritius we have had approaches made to us to look at the establishment of a private hospital in Mauritius. We are in discussion with interested parties.

Within South Africa

Ø Lenmed is in the process of acquiring a 20% equity in a Pharmaceutical Distributing Company in Durban.

Ø We are presently negotiating, with the aim of acquiring, a 25% stake in Midlands Hospital in Petermaritzburg.

Ø Our long term plan is to join forces with two small hospital groups, in Durban and Cape Town and thereby establishing the 4th major hospital group in South Africa.

Informações Gerais

A ideia de construir um hospital privado em Moçambique foi desenvolvida pela INVALCO, Lda., quando nos finais de 2003 constatou que este tipo de projecto era uma necessidade primordial para o país. Constatou a INVALCO nessa altura que havia um défice muito grande no tratamento de doentes que recorriam ao sector privado por causa dos seguintes factores:

  • As Clínicas eram pequenas e ofereciam serviços básicos;

  • Não haviam equipamentos suficientes em quantidade e especialidade para ajudar ao diagnóstico dos doentes;

  • Grande parte das Clínicas, senão todas, recorriam aos serviços dos hospitais públicos para os diagnósticos;

  • Grande parte dos médicos eram os mesmos que atendiam o sector público restando-lhes pouco tempo para se dedicarem à medicina privada nas clínicas privadas;

  • Os investimentos para a medicina privada eram para o básico e em pequena escala;

  • Para os serviços mais especializados não havia outra alternativa senão remeter os doentes para a República da África do Sul;

Tomando em consideração que o sector da medicina, em particular o privado, tem um papel muito importante para a vida daqueles que têm possibilidade de pagar através de recursos financeiros próprios, e, se tomarmos em conta que o investidor que quer vir ao nosso país com sua família um dos factores da sua segurança de vida é ter um sector de saúde de nível aceitável, a INVALCO decidiu aprofundar as possibilidades de investir no ramo da saúde privada em Moçambique.

Em meados de 2003, a INVALCO inicia a recolha de dados sobre a medicina em Moçambique concentrando na pesquisa de informações sobre a cobertura da rede sanitária, recursos humanos, quantidade de pessoas que recorrem à medicina privada, serviços que as clínicas privadas ofereciam, volumes financeiros envolvidos de investimentos nas clínicas privadas, volume de receitas, quantidades de pessoas e respectivos gastos que recorriam aos serviços de medicina na África do Sul e os nós de constrangimento para o desenvolvimento de uma medicina privada bem sucedida.

Em Setembro de 2003, em consulta com uma proeminente figura da medicina sul africana, a INVALCO é orientada a procurar serviços especializados de consultoria. É na sequência desta que contacta a Faculdade de Medicina Nelson Mandela que funciona na Universidade de Durban. Nos contactos estabelecidos chegou-se a conclusão que o ponto de partida seria a vinda à Moçambique de uma equipe multidisciplinar para fazer um levantamento no terreno sobre a saúde em Moçambique e posteriormente recomendar os caminhos a seguir.

No mesmo mês uma equipe constituída por médicos, economistas especializados em investimentos no sector da medicina privada e quadros de direcção de hospitais privados desloca-se a Moçambique onde durante um mês faz estudos bem aprofundados tendo concluído:

  • Que havia muito espaço para a medicina privada em Moçambique.

  • Que o caminho a seguir não era o de copiar o que já existe mas sim investir mais seriamente para complementar e cobrir o défice de serviços que leva os utentes da medicina privada a recorrerem os serviços de medicina sulafricanos.

  • Que era necessário fazer um estudo de viabilidade que orientaria mais concretamente o investimento a realizar.

Nos contactos posteriores havidos entre a INVALCO e a Faculdade de Medicina Nelson Mandela decidiu-se que a mesma equipe que fez o levantamento de base orientaria os trabalhos do estudo de viabilidade económica e financeira sobre a contrução e funcionamento de um hospital privado em Moçambique.

Do estudo de viabilidade posteriormente elaborado importa reter as seguintes recomendações:

  • O primeiro hospital a construir deve ser na cidade de Maputo;

  • A capacidade do hospital deve ser de aproximadamente 120 camas e deve incorporar os seguintes serviços: 3 Blocos Operatórios, Medicina, Maternidade, Obstetricia, Pediatria, Ginecologia, Ortopedia, Cirurgia, Radiologia e Patologia, Cuidados Intensivos, Blocos de Consultas Médicas, Farmácia, Morgue, Serviços Auxiliares e Parque de Estacionamento Privativo.

  • Que os recursos humanos existentes em Moçambique não são suficientes em número e em especialidade. É necessário numa primeira fase importar alguns especialistas e projectar uma formação interna e externa de pessoal de saúde em particular de enfermeiros.

  • Que era necessário junto das autoridades governamentais moçambicanas encontrar mecanismos que facilitassem a acreditação de médicos formados fôra do território nacional.

  • Que a medicina privada deve contemplar a prestação de cuidados médicos, a formação de quadros, a implantação de serviços de seguros de saúde e o desenvolvimento de indústrias de produtos farmacéuticos.

  • Que os recursos financeiros devem ser encontrados em instituições onde a taxa de juros é mais barata.

  • Que é necessário encontrar uma empresa especializada de gestão hospitalar para gerir o hospital a construir. Uma tarefa é construir e equipar o hospital e outra é geri-lo tecnicamente.

  • Que é necessário que a classe médica em Moçambique seja também chamada a participar neste projecto.

Para além destas recomendações gerais o estudo de viabilidade incorpora outros aspectos técnicos de custos de construção, equipamento, de manutenção, etc, para além de prever receitas.

Terminada a fase do estudo de viabilidade e com todos os dados em mão para prosseguir, a INVALCO define como prioridades a procura de meios financeiros para o projecto, a procura de empresas especializadas de gestão hospitalar, a procura de especialistas para a concepção de projectos de hospitais e o trabalho com as autoridades do Estado de Moçambique para as autorizações necessárias. O trabalho para concretizar estes objectivos foi longo e árduo.

Desde Janeiro de 2005 a INVALCO trabalhou no sentido de tornar realidade este projecto. Hoje podemos dizer com satisfação que grande parte do trabalho foi realizado e uma nova etapa começou com a assinatura com a LENMED HEALTH, da República da África de Sul, de uma Joint Venture que culminou com a formação da empresa que vai ser proprietária do hospital a construir em Maputo com o nome de MAPUTO PRIVATE HOSPITAL, SARL. Nesta empresa a INVALCO participa com 40% e a LENMED HEALTH com 60%.

Podemos afirmar que as autorizações por parte de instituições do Governo de Moçambique já foram emitidas, os recursos financeiros estão garantidos, o projecto final de arquitectura e engenharia já foi submetido aos serviços especializados do Conselho Municipal da Cidade de Maputo para a sua aprovação. A nossa esperança é que o projecto seja aprovado para que a construção inicie o mais breve possível. A fase de construção e equipamento do hospital vai durar aproximadamente 18 meses.

A construção deste hospital marca uma nova fase da medicina privada em Moçambique. A nossa esperança é que projectos desta natureza reduzam as deslocações constantes de moçambicanos e pessoas residentes em Moçambique para outros países à procura de melhores tratamentos, que o país terá melhores infraestruturas e equipamento hospitalares, que vai acelerar a formação de quadros de saúde em quantidade e em qualidade, que uma rede de serviços de seguros já poderá operar em Moçambique contando com hospitais moçambicanos, entre outras vantagens.

NOTAS SOLTAS:

  • A Invalco e a Lenmed Health projectam a construção de clínicas médicas em outras províncias do país.

  • O custo total do projecto está estimado em USD - 16,000,000.00 (Dezasseis Milhões de Dólares Norte Americanos).

  • O projecto de arquitectura e de engenharia envolveu arquitectos e engenheiros moçambicanos e sulafricanos afectos a PDNA, delegação de Moçambique.

  • A área total coberta do hospital é de aproximadamente 8.500m2. O Parque de estacionamento é de 100 viaturas aproximadamente.